e sede do teu amor...
colore-me a alma,
que eu te dou o mundo.
...compreensivelmente inacabado, está claro. Estou em stand-by por tempo indefinido, entendam. Não me acho mais. Tive tantos medos, e ainda tenho. Tenho medo de estar certa, e acho que estou... acho que estou certa de que a amo. Doce infortúnio! E tenho tantos outros mais... medo de falhas minhas, medo de perdê-la com o tempo e a distância (física, sim, e que distância!), medo de não ser boa o suficiente, de não ser quem ela precisa, de não ter aproveitado bem o tempo de sê-lo quando tive chance... A insegurança, a dúvida, o fraquejar das pernas diante do almejado.
Mas perdôo-me, sou tão inexperiente. Sou jovem, uma criança em corpo de moça. O que hei eu de fazer? O que saber? (se é que alguém algum dia soube entender-se nesse mundo-cão que é o nosso amargo âmago em face do amor)...
É. Acho que agora só o tempo dirá. E, bem, o que tiver de ser, será... não é?

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